Ler é um exercício prazenteiro, mas também pode não ser. Ler certas coisas muitas vezes é um verdadeiro exercício de resistência.
As editoras têm um grande desafio nas mãos que é o de lançar livros que despertem interesse. Fenômenos como Harry Potter são muito improváveis de acontecer. As pessoas querem rapidez e ler exige tempo, às vezes muito tempo, que elas não dispoem. Muitos leitores não saem das primeiras páginas e acabam indo pra internet que é mais fácil e rápido. Perder tempo é perder dinheiro, e o dinheiro é o que mais vale hoje em dia (pelo menos é o que parece).
Portanto, perder tempo com uma má leitura é um sacrifício que não vale a pena mesmo, é tempo e dinheiro perdidos. E um livro como é o “Rapaz do pijama às riscas” (”The Boy In the Striped Pajamas”, “El Niño Con El Pijama de Rayas”) de John Boyne, é um mau investimento- porque ler é isso- um investimento.
O livro é vazio de conteúdo, profundamente aborrecido, mal narrado, mal argumentado, com um enredo fraquíssimo. A única coisa que ele tem é um excelente plano de marketing, porque está em todos os lugares como sendo um livro espetacular, o mais vendido, etc, tanto que acabei comprando por cansaço, mas sabia que esses livros com propaganda massiva, geralmente não são bons.
A historinha é assim: um menino de 9 anos, chato-de-galocha, vive em Berlim com a irmã mais velha, os pais e os quinhentos mil criados numa mansão. O menino é feliz, cheios de amigos e adora escorregar pelo corrimão. Depois, o pai que é nazista, recebe uma ordem do Hitler, e tem que levar a família para morar num campo de concentração na Polônia. O menino, tadinho, que é a ingenuidade em pessoa, tão, mas tão ingênuo que tudo passa a ser absurdo, sem nenhum ponto onde o leitor possa se agarrar pra acreditar na história, vê o pai com uniforme, mas não sabe a profissão que ele tem, faz o gesto do nazismo que o pai ensinou, mas também não sabe o que significa, não sabe o que são os judeus, nem o campo de concentração que ele passa a viver, nem sabe quem são aquelas pessoas vestidas de “camisola às riscas”, tão sujas, crianças que não se pareciam com ele e que ele não gostaria de brincar. A pobre criança não sabia a diferença entre uma roupa de prisioneiro e uma de soldado. Nossa, como eram ingênuas as crianças alemãs!
Até mais da metade do livro é só o menino dizendo que não gosta da nova casa e que quer voltar pra velha . Repetitivo até a medula.
O autor, John Boyne, é um irlandês de 36 anos:
O “culpado”
Totalmente dispensável. Quer ler um excelente livro sobre o holocausto? “Sem destino”, Imre Kertész.


Fê eu ia comprar esse livro

Uma amiga do marido falou bem dele e ia comprar, mas vou ficar com a sua segunda dica sobre o holocauto
Bjokas
Eu já li o livro e por acaso vc até tem razão… Apesar de não ser aborrecido, é fraco, não é explícito e o miúdo é tão ingénuo que cansa.
Este livro é do melhor k há. Conta uma história verídica que toca nos sentimentos e dá preceber quantas pessoas morreram com nazis.
Aconselho todas as pessoas a lerem.
Discordo com os comentários anteriormente referidos.
O rapaz do pijama ás riscas é um livro espantoso, que trata das crueldades que já se passsarm e que levaram milhares de inocentes á morte!
A ingenuidade de Bruno, até que torna o livro mais “cruel” -.-
Até que ponto pode uma criança de 9 anos ser inocente para não saber o que se passa á sua frente?
Até que ponto lhe podem esconder ás coisas?
A sua ingenuidade e curiosidade levou-o a passar o resto da vida como “Um rapaz de pijama ás riscas”
discordo completamente! é claro q é um pouco irreal, mas o objectivo era esse!
desconcorso plenamente! o livro é optimo! e nao é nada vazio, muito por o contrario.
concorso com a rute. plenamente
Eu gostei bastante do livro, tem uma leitura bastante acessivel. Não o achei nada aborrecido, li-o super depressa. Mas cada um, cada qual. Recomendo.
eu adorei tanto o livro como o filme
mostra um novo ponto de vista sobre o holocausto…o de uma criança… o qeu faz o final da história ser mais chocante
e claro que o rapaz está sempre a repetir que quer voltar para casa… é apenas uma criança e ficou de repente sem amigos pq mudou-se de casa
na minha opinião o livro e excelente
mas é um país livre e cada um tem a sua opinião
Discordo totalmente da sua opinião. O livro é bom e retrata bem a realidade o holocausto muitas pessoas nem sabiam que isso estava a acontecer. Para mim é um dos melhores livros que já li.